quarta-feira, junho 14, 2006

BALDE DE ÁGUA FRIA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE

A Justiça gaúcha acaba de jogar um balde de água fria na indústria de celulose, um dos ramos econômicos que mais impacto social e ambiental causam.

Segundo a Ecoagência de Notícias Ambientais (www.ecoagencia.com.br), “A Juíza-Federal Clarides Rahmeier, da Vara Ambiental de Porto Alegre, decidiu nesta sexta-feira (9) que a Caixa Estadual S.A. - Agência de Fomento/RS, o Estado do Rio Grande do Sul e o BNDES deverão suspender em 48h após a intimação a circulação de qualquer propaganda onde o apelo publicitário seja a mensagem estritamente positiva do plantio de monoculturas de árvores. O Estado deverá também viabilizar a contra-propaganda ao que já divulgaram através de peças aprovadas pela magistrada.

O Núcleo Amigos da Terra Brasil e a União Pela Vida, entidades ambientalistas sediadas em Porto Alegre, em Ação Civil Pública, argumentaram na Justiça que a publicidade do Governo firma a convicção de que somente existem vantagens nesse tipo de monocultura, vantagens estas não restritas aos interessados mas também para o desenvolvimento social do Rio Grande do Sul, para sustentabilidade do planeta e para o meio ambiente
”.

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