domingo, outubro 15, 2006

PRIVATIZAÇÃO: O PASSADO CONDENA ALCKMIN

Desde 1995, período em que vem sendo governado pelo PSDB, o Estado de São Paulo já vendeu empresas de energia, defez-se de centrais de abastecimento de alimentos e emaranhou as rodovias em uma sucessão de postos de pedágio.

A privatização em nível estadual, a exemplo do que FHC fazia no plano federal, arrecadou uma montanha de diheiro: segundo O Globo de hoje, quase R$ 77,5 bilhões. Mas, não impediu que a dívida de SP crescesse no período 33%, alcançando perto de R$ 140 bilhões.

No comando do Plano Estadual de Desestatização (o PED, eufemismo tucanês para privatização), estava o vice do ex-governador Mário Covas, um moço que depois foi eleito e reeleito, ele mesmo, chefe do executivo paulista.

Por nome Geraldo Alckmin, que agora jura de pés juntos que, se vencer Lula na corrida presidencial, não privatizará estatais.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Veja essa matéria (O Sul, 16/01/2006) http://www.olivio13.com.br/?area=1&item=blog&blog=220
http://www.olivio13.com.br/img/galeria/262_privatiza2.jpg
Jornal O Sul: O senhor pretende dar continuidade a política de privatizações que começou no governo Fernando Henrique? Alckmin: Sim. Mas entenda que agora a privatização não tem tanta relevância. Mais concessão e parceria público privada, as PPPs.
Jornal O Sul: Que tipo de empresa o senhor acha que se enquadraria em futuras privatizações?
Alckmin: Bancos estatais. A maioria já foi privatizada, mas deveriam ser todos. Tem muita coisa que se pode avancar.

4:19 PM  

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