segunda-feira, agosto 14, 2006

A INVASÃO DO LÍBANO FOI PLANEJADA

O sequestro de dois soldados israelenses pelo Hesbolá não passou de pretexto para o ataque de Israel ao Líbano. A denúncia está na edição mais recente da revista The New Yorker e foi feita pelo repórter Seymour Hersh, o mesmo que há dois anos revelou, também naquela publicação, das torturas na prisão de Abu Graibh.

Segundo Hersh, “Nos dias após o Hezbolá ter saído do Líbano em direção à Israel, em 12 de julho, para sequestrar dois soldados, incitando um ataque aéreo de Israel ao Líbano e uma guerra total, a administração Bush estranhamente parecia passivo“.

“A administração Bush, entretanto, estava intimamente envolvida no planejamento dos ataques retaliatórios de Israel”, afirma Hersh, para mais adiante detonar a estratégia de guerra de Washingtonm para a região: “o presidente Bush e o vice-presidente Dick Cheney estava convencidos (..) que uma bem-sucedida campanha de bombardeio da Força Aérea Israelense contra os complexos subterrâneos de misseis e comando e controle do Hesbolá no Líbano acalmariam as preocupações de Israel com segurança e também seriam como prelúdio a um ataque Americano preventivo para destruir as instalações nucleares do Irã, algumas das quais estão enterradas bem fundo”.

A matéria completa pode ser lida em http://www.newyorker.com/fact/content/articles/060821fa_fact .

É.

Alguém já disse que a história se repete sempre como farsa...

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